Os nomes são palavras que utilizamos para designar pessoas, animais, coisas, ideias, sentimentos e qualidades.
A classe do nome tem as seguintes subclasses:
Nome próprio – designa pessoas, animais, objectos, individualizando-os. Os nomes próprios escrevem-se com letra maiúscula: José, Braga, Cávado, Portugal.
Nome comum – designa quaisquer seres ou objectos: rapaz, gato, mesa. Estes podem ser:
- Concretos – que são aqueles que têm forma e que sem podem ver e tocar. Exemplos: menina, rio, ave, mar, peixe.
- Abstractos – que são aqueles que não se podem observar directamente.
Exemplos: alegria, amizade, justiça, carinho, amor.
Nome colectivo – designa um conjunto de seres ou objectos da mesma espécie ou grupo.
Exemplo: alcateia (conjunto de lobos).
Os nomes podem variar quanto à sua flexão: em género, número e grau.
Género – masculino e feminino.
Em regra os nomes masculinos terminam em –o e os femininos terminam em –a.
Existem palavras que formam o feminino com uma palavra diferente (homem/ mulher).
Há outras palavras que formam o feminino ou o masculino juntando a palavra macho ou fêmea (cobra macho/ cobra fêmea).
Também se pode formar o masculino ou o feminino através do uso de um determinante (o colega/ a colega).
Número – singular e plural.
A regra geral de formação do plural é acrescentando –s, ou no caso de terminar em consoante, acrescenta-se –es.
Dizem-se uniformes, quanto ao número, os nomes que:
- têm apenas uma forma no singular e no plural: lápis.
- se usam só no singular ou só no plural: norte, sul, parabéns, arredores.
Na sua grande maioria, os nomes são biformes quanto ao número, ou seja, têm uma forma para o singular e outra para o plural.
Grau - normal, aumentativo e diminutivo. O aumentativo exprime um significado exagerado do nome. O diminutivo exprime exactamente o contrário. Ex: cão, cãozinho, canzarrão.